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Como aceitar pagamentos no estrangeiro: dinheiro, cartão, transferência

Dinheiro em espécie, terminal, transferência bancária e instantânea — comparamos as formas de aceitar pagamentos para um prestador de serviços no estrangeiro.

4 agosto 2026 · 4 min de leitura Tradução automática · Original: UK
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Quando começou há pouco a receber clientes no estrangeiro — como profissional de um ofício, professor particular ou freelancer —, surge uma pergunta simples mas importante: de que forma receber o pagamento? Dinheiro em espécie, terminal de cartão, transferência bancária ou instantânea — cada opção tem as suas vantagens e as suas armadilhas. Não há uma resposta clara do tipo «assim é melhor»: muito depende de onde trabalha e de quem são os seus clientes. Abaixo, uma orientação geral para que escolha a combinação que lhe for cómoda.

Desde já uma nota: isto não é consultoria jurídica ou fiscal, mas antes uma orientação para começar. As regras de registo de rendimentos, de recibos e de declaração diferem de país para país e mudam com o tempo. Por isso, tudo o que diga respeito a documentos e impostos verifique numa fonte oficial e, se necessário, com um profissional.

Dinheiro em espécie

O modo mais simples e rápido: o dinheiro fica logo consigo, sem comissões de serviços de pagamento e sem atrasos. O dinheiro em espécie é cómodo em deslocações, no mercado, para serviços pequenos.

Também tem desvantagens. É preciso guardá-lo em segurança e ter trocos, não é sempre cómodo para valores elevados, e parte dos clientes no estrangeiro quase não anda com dinheiro. Em alguns países continua a ser muito comum; noutros, pelo contrário, os clientes esperam pagamento sem dinheiro — por isso, oriente-se pelos hábitos da sua cidade. E vale a pena registar cada entrada para a sua própria contabilidade, mesmo que seja apenas o seu caderno ou uma folha de cálculo.

Terminal de cartão e QR

Terminais compactos como o SumUp, o Zettle ou o myPOS permitem aceitar cartões e pagamentos sem contacto diretamente a partir do telefone — é cómodo para o cliente e não precisa de ter caixa. Para muitos profissionais isso aumenta a confiança: «aceita-se cartão» soa profissional. Alguns serviços oferecem também pagamento por link ou código QR, o que é útil para encomendas online.

O que convém ter em conta:

  • o serviço cobra uma comissão sobre cada transação (a percentagem varia entre fornecedores — confirme as tarifas atuais no site deles);
  • o dinheiro normalmente não chega de imediato, mas ao fim de um ou dois dias;
  • é necessária uma conta para onde transferir os fundos e um registo básico no serviço.

Transferências: bancária e instantâneas

A transferência bancária funciona bem para valores maiores e clientes habituais: dá os seus dados (IBAN) e o cliente envia o pagamento. Tudo deixa rasto no histórico da conta, o que é cómodo para a contabilidade. A desvantagem é que o cliente tem de introduzir os dados manualmente, pelo que para pagamentos pequenos e pontuais pode ser incómodo.

As transferências instantâneas — SEPA Instant na zona euro, bem como aplicações como Wise, Revolut ou PayPal — são algo intermédio: o dinheiro chega rapidamente, muitas vezes em segundos ou minutos. Aqui também há comissões, limites e condições próprias para uso empresarial, por isso, antes de tornar esta a sua forma principal, verifique as regras da aplicação concreta.

O que escolher

Não existe uma única opção «correta» — na prática, é cómodo combinar várias. Por exemplo: dinheiro e terminal para serviços no local; IBAN ou transferência instantânea para encomendas maiores e clientes online. O principal é que seja fácil para o cliente pagar e fácil para si manter os registos. De qualquer modo, combine a forma de pagamento com antecedência — assim haverá menos mal-entendidos no momento de acertar contas.

E mais uma vez sobre o lado seguro: independentemente da forma de pagamento, mantenha o seu próprio registo simples das entradas, e as questões de recibos, trabalho independente e impostos verifique com as regras oficiais do seu país ou com um contabilista. Se precisar de um profissional que fale ucraniano — um contabilista ou consultor encontra-se facilmente no catálogo da «Свої».

Na «Свої» pode indicar no seu perfil quais as formas de pagamento que aceita — para que os clientes o vejam ainda antes de o contactarem.

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